terça-feira, 21 de novembro de 2017

O problema tá na cara

Spectacles da Snap Inc.
Agora no começo de Novembro a empresa americana Snap Inc., anunciou um prejuízo de 40 milhões de dólares no seu produto Spectacles. A Snap também é dona da super bem sucedida   (especialmente entre os adolescentes e jovens adultos) rede social Snapchat.

Pra quem anda meio distraído com as novidades da tecnologia, os Spectacles são óculos escuros vendidos pela Snap, que trazem embutidas câmeras, que permitem a pessoa filmar do seu ponto de vista (literal e figuradamente) e daí compartilhar esses clips nas redes sociais. Para ativar a filmagem basta tocar um botão na haste dos óculos e você fica com as duas mão livres enquanto os óculos vão filmando.

No anúncio sobre o prejuízo, Evan Spiegel, o presidente da empresa não só admitiu que ficou com centernas de milhares de unidades dos óculos Spectacles encalhadas em estoque, como tem que lidar com um significativo número de devoluções.

A essa altura da leitura você, prezado leitor, deve estar sentido um leve deja vu . O Google Glass não foi um mico parecido? Uns óculos high tech que (entre outras coisas) filmavam, projetados por uma empresa super bem sucedida na Internet, que foram lançados debaixo de tremenda repercussão (e endosso) da mídia, mas foram um fracasso de vendas? Pois é....
Google Glass da Google Inc.

Quem sou eu, humilde mortal, para questionar os bilionários do Silicon Valley, mas um mínimo de bom senso me leva a pensar que qualquer coisa que faça o seu usuário parecer (ou ser) um nerd voyer meio maluco, pode até ser comprada no começo, no auge do hype de mídia, mas mais cedo ou mais tarde vai fracassar. O problema tá na cara.


Post Scriptum: Atualmente a Google está tentando reposicionar o Google Glass não mais como um produto de consumo, mas um produto para uso profissional em ambientes de realidade virtual, por exemplo para ajudar operários em linhas de montagem.


Fontes:
Snap’s Misfire on Spectacles - https://www.theinformation.com/articles/snaps-misfire-on-spectacles
Why Snapchat Spectacles failed - https://techcrunch.com/2017/10/28/why-snapchat-spectacles-failed/
5 Reasons Why Google Glass was a Miserable Failure https://www.business2community.com/tech-gadgets/5-reasons-google-glass-miserable-failure-01462398#3AXbbrj77YGdssqL.97
Why Google Glass Failed: A Marketing Lesson - https://www.forbes.com/sites/siimonreynolds/2015/02/05/why-google-glass-failed/#1021455951b5

Snap, Spectacles, Google e Google Glass São marcas ou marcas registradas de seus respectivos proprietários.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Marketing de Conteúdo: a ajuda que seu time de vendas precisa

Marketing de Conteúdo: ajuda para vendas
Uma das diferenças mais comuns entre o marketing B2C - empresas que vendem para o consumidor - e o marketing B2B - empresas que vendem para outras empresas - é o ritmo no tempo em que as coisas acontecem. De maneira geral a venda B2C é mais rápida - o consumidor vê uma camiseta bonita na vitrine, entra, compra e vai embora - enquanto a B2B é mais lenta - normalmente passa por uma concorrência técnico-comercial entre fornecedores e precisa ser aprovada por mais de uma pessoa, o diretor industrial e o diretor financeiro, por exemplo. Uma venda pode levar meses ou até anos.

Por outro lado, até porque o processo de compra é mais trabalhoso, o comprador B2B é mais relutante em trocar de fornecedor. Uma vez feita a trabalheira da concorrência e aprovação é muito mais fácil emitir novos pedidos para o mesmo fornecedor - às vezes por anos a fio - do que selecionar um novo fornecedor. Claro que o fornecedor tem que fazer sua parte - manter a qualidade, os prazos e preços esperados - além de aprender as particularidades daquele cliente e se adaptar a elas, na medida do possível.

No entanto, nunca podemos nos esquecer que as decisões de compra são tomadas por um conjunto de pessoas. E os seres humanos, na suas decisões, são sujeitos a muitas influências psicológicas e políticas. Apertando a tecla SAP: se todo o resto for igual ou parecido o cliente vai comprar da empresa com quem ele simpatizar mais. E depois do processo de fornecimento em andamento, possíveis e inevitáveis pequenos atrasos, erros ou problemas são muito mais aceitáveis e perdoáveis se a relação pessoal entre as empresas for boa.

O marketing de conteúdo - a produção regular e permanente de textos, vídeos, gráficos, apresentações e outros materiais audiovisuais - pode ajudar sua equipe de vendas nas duas etapas: na venda e no relacionamento. Durante o longo processo de venda o material produzido pelo marketing de conteúdo pode tocar regularmente o cliente, no período que a venda leva a sair. Fica difícil para o vendedor visitar o possível futuro cliente toda semana durante 6 meses, mas é relativamente fácil enviar uma newsletter - um jornalzinho por e-mail - toda semana, para entremear com as visitas pessoais.

O mesmo raciocínio se aplica ao relacionamento de longo prazo, quando o cliente já compra regularmente. O marketing de conteúdo ajuda a manter a relação - entregando regularmente informações úteis às pessoas do cliente -, diminuindo a pressão sobre os vendedores e o pessoal de atendimento do fornecedor e pode, se bem feito, até diminuir a tentação de trocar de fornecedor, que de vez em quando bate em todo cliente....


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Computador ou Celular: Para qual otimizar o site?

Experiência gratificante em todas as telas
A ubiquidade do telefone celular, em qualquer direção que se olhe se vê pessoas ensimesmadas nas telas dos seus celulares, pode nos levar a crer que, hoje em dia, a forma preferencial de acesso à Internet seja o telefone celular.

No entanto, relatório* da maior empresa de hardware para Internet do mundo, a americana Cisco, informa que em 2016, cerca de 13% do tráfego da Internet veio de celulares, enquanto 46% veio de PCs – computadores pessoais – um tráfego 3 vezes e meia maior.

A falsa impressão que alguns tem, que o celular seria a forma preferencial de acesso à Internet, talvez venha de seu uso mais público que o PC, que costuma ter um uso mais privado, em casa ou na empresa.

O relatório da Cisco também projeta um aumento crescente da participação dos celulares no acesso à Internet ao longo dos próximos anos e que esta vá alcançar a dos computadores pessoais em 2021. 

Para o marqueteiro digital isso significa que nenhum desses dois meios de acesso à Internet pode ser desprezado, hoje e pelos próximos anos. No entanto, garantir uma experiência gratificante e coerente nos dois é um desafio, não só porque as telas do celular e do computador podem ter tamanhos muito diferentes, mas a velocidade de processamento e de comunicação também podem ser muito diferentes.


*Cisco Visual Networking Index 

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Marketing B2B: o que sua empresa vende?

Por que seu cliente lhe paga?
Se você atua no mercado B2B - Business to Business - ou seja seus clientes são outras empresas, responda a seguinte pergunta: O que sua empresa vende? Ou ainda, por que o seu cliente lhe paga?

Se você pensou nos produtos ou serviços que entrega, sua resposta está só parcialmente certa. Embora o que você vende possa ser entregue dentro de uma caixa de papelão, o que o cliente está realmente pagando é por capital e know-how.

Ou seja, a empresa cliente paga a sua porque:

1) Você tem capital investido em coisas que o cliente não tem o capital para investir ou não quer investir nisso;

2) Sua empresa sabe fazer coisas que a do cliente não sabe;

3) Sua empresa sabe fazer coisas que a do cliente também sabe, mas você sabe fazer por menor custo;

4) Sua empresa sabe fazer coisas que a do cliente poderia aprender a fazer, mas ele não quer ter o custo do aprendizado.

Esssas constatações podem ajudar a orientar melhor sua mensagem de marketing. Pense nisso.


sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Marketing de conteúdo: o que é

Pare de forçar o cliente a fazer o que ele não quer
Marketing de conteúdo é uma técnica de se produzir e distribuir conteúdo - textos, fotos, vídeos, livretos, infográficos, apresentações, etc. - para atrair, convencer e levar à compra uma determinada audiência.

Marketing de conteúdo: o que o público quer?

Diferente do marketing convencional que produz o que o público evita - anúncios, banners, telemarketing, etc. -, o marketing de conteúdo produz o que o público quer e procura: informação e entretenimento.

Por exemplo, suponha que sua empresa venda fundos de investimento. No marketing convencional você interromperia o vídeo que a pessoa quer ver no Youtube para lhe enfiar goela abaixo o vídeo que você quer que ela veja, o seu comercial. De maneira geral, a única coisa que você vai conseguir com isso é raiva.

No marketing de conteúdo, você poderia produzir um vídeo com dicas de investimento e diponibilizá-lo no Youtube, ou no seu site, para quem está procurando dicas de investimento. O que você pode conseguir com isso é gratidão, por ter fornecido "de graça" uma coisa que a pessoa queria. Além disso permite demonstrar sua competência e conhecimento no assunto que você quer vender.

Marketing de conteúdo é tarefa especializada

Embora relativamente fáceis de enunciar, as técnicas do marketing de conteúdo não são fáceis de executar. Produzir conteúdo interessante - que simultaneamente venda seu peixe - e atrair pessoas para consumi-lo é uma tarefa bastante especializada, que poucas agências sabem fazer.


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Seu site e redes sociais precisam de uma estratégia de conteúdo

Toda empresa sabe que precisa de ter um site na Internet. Muitas acham (ou sabem) que além do site poderiam usar as rede sociais na sua comunicação com os clientes atuais e potenciais. No entanto, não muitas empresas tem uma estratégia de conteúdo clara, no papel (no arquivo): que textos, vídeos, fotos, gráficos publicar, onde publicar e com que frequência.

Porque  um site, ou uma página de rede social é só uma moldura, um vasilhame oco. O que vai atrair, convencer, vender e fidelizar clientes é o conteúdo que for publicado ali.

Então se toda empresa precisa de uma presença digital - pontos de comunicação com o público - na Internet, toda empresa precisa de uma estratégia de conteúdo para esta presença.

Tipicamente uma estratégia de conteúdo deve conter:
Objetivos: o que você espera do seu site e das suas redes sociais? Como é que se mede isso?
Público-alvo: Quem é o público que vai acessar sua presença digital?
O dito cujo: Que conteúdo a empresa pode produzir que agradaria o público-alvo definido?
Cronograma: Onde e com que frequência publicar o que.
Quem vai fazer isso e quanto vai custar: A empresa tem gente especializada para produzir conteúdo? Vale a pena contratar, montar uma equipe só para isso? Não seria mais barato e eficaz contratar uma agência?
O operacional: Quem manda, quem trabalha, quem monitora, pontos de controle...

Da nossa experiência, muitos empresários e executivos sabem, ou tem pelo menos uma boa noção que a formalização de uma estratégia de conteúdo poderia ajudar a justificar os custos da empresa com Internet, ou ajudar a realocar esses custos se for o caso, mas não tiveram o tempo ou ainda não acharam o caminho para essa formalização. Um boa agência de conteúdo digital (como a Vendere) pode ajudar a encontrar esse caminho.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

O que é B2B

B2B, pronuncia-se "bi tu bi", vem do inglês Business To Business e significa empresa que vende para outras empresas. A tradução é "Negócio para Negócio" ou "Empresa para Empresa". O termo B2B é usado como contraponto a B2C, "bi tu ci", Business to Consumer - empresa que vende para o consumidor.


B2B: como reconhecer

Um jeito fácil de identificar se uma empresa é B2B (aqui no Brasil) é ver se ela emite suas notas fiscais para outros CNPJs (outras empresas) ou se para CPFs (pessoas físicas).

Usemos como exemplo uma camisa. A empresa que fabrica o fio é B2B, pois vende para a tecelagem, outra empresa. A tecelagem é B2B porque vende o pano para uma confecção, outra empresa. A confecção é B2B, porque vende a camisa para uma loja ou cadeia de lojas, outra empresa. Já a loja que vende a camisa para o consumidor não é B2B. A loja é B2C porque vai emitir a nota para uma pessoa física.

B2B precisa de um marketing especializado

O comprador B2B - o comprador empresarial - tem um lógica de compra diferente do consumidor, tem que atender outras demandas além do seu desejo pessoal, então o marketing para convênce-lo (e a agência que vai criar este marketing) precisam ser especializadas.


Toda empresa B2B deveria ter um blog

Uma das diferenças importantes do marketing B2B  (marketing Business to Business, empresas que vendem para outras empresas) em relação ao marketing B2C (Business to Consumer, empresas que vendem para o consumidor final) é que a venda costuma ser mais técnica - depender mais de informações técnicas e competência técnica do vendedor.

Há várias maneiras de você mostrar detalhes técnicos e afirmar sua competência para um possível comprador. Uma que é muito eficaz é você postar regularmente artigos técnicos sobre seus produtos, serviços e área de atuação em um blog - uma sequência de artigos publicados regularmente na Internet.

Um blog bem feito "conversa" com seus prospects (possíveis clientes) e também com seus clientes atuais (para garantir fidelização e recompra) de uma forma e em um ambiente que não sugere ao comprador que você o está pressionando para comprar naquela hora. Além disso, como muitas vendas B2B tem um ciclo longo, de meses, às vezes anos, o blog é também uma forma de você "conversar" ao longo de todo esse tempo com o possível futuro cliente.

Some-se a isso que o ambiente de um blog é mais propício a ser passar informações mais longas e detalhadas que outras mídias sociais como Facebook ou Instagram (existe até a expressão pejorativa "textão no Face" para quem publica textos longos no Facebook).

As más notícias: publicar regularmente conteúdo interessante em um blog é trabalhoso e foge do core business - a atividade principal - dos empresários e executivos da empresa dona do blog. Contratar alguém, ou uma equipe, só para isso é caro.

Agora as boas: há agências capacitadas a produzir esse conteúdo para você, por excelente custo benefício. Pense nisso.


sexta-feira, 29 de setembro de 2017

O que pode - deve - ser a diferença do seu site

Hoje em dia não é muito difícil uma empresa ter um site bonitinho e que funciona direito. Pesquisando um pouco você encontrará várias agências digitais capazes de fazer um para você, por preços bem razoáveis.

Por outro lado, se fica fácil para você, fica também para seus concorrentes. Muita gente tem site bonitinho e que funciona. Como é que o Google vai escolher o seu para mostrar para um cliente procurando o seu produto ou serviço? E depois que o cliente chegar ao seu site, se você der a sorte de ele chegar, porque o cliente escolheria comprar de você e não da meia dúzia de outras empresas que ele também viu com sites bonitinhos como o seu?

Resposta em uma palavra: conteúdo.

Os textos, fotos, vídeos e gráficos, que "preenchem" o site é que precisam conquistar os robôs do Google e os humanos visitantes do site, sem parecer forçados nem a uns nem aos outros.  É aí que você vai precisar de gente muito especializada para produzir este tipo de conteúdo, desde de a primeira vez que o site vai ao ar e depois renová-lo de forma regular e constante (porque o Google e as pessoas esperam encontrar novidades periodicamente, para sua empresa não parecer caída, inativa). Produzir esse tipo conteúdo (e é claro, também saber embalá-lo nas melhores tecnologias) é uma habilidade que muito poucas agências tem. A Vendere é uma delas.



terça-feira, 26 de setembro de 2017

O marketing certo para empresas B2B - Vender para CNPJ é diferente de vender para CPF

Se perguntado diretamente, qualquer marqueteiro responderia que sim, uma empresa que vende para outras empresas deve ter um marketing diferenciado daquele da empresa que vende para o consumidor. No entanto, é fácil de se ver na prática, as empresas se confundirem, usarem táticas,  canais e agências de marketing que não são as mais eficientes para seu tipo mercado.

Essa confusão é especialmente verdadeira no marketing digital, talvez por esse marketing ser mais recente. Na nossa opinião, as principais diferenças entre o B2B (empresas que vendem para empresas) e o B2C (empresas que vendem para o consumidor) que afetam (ou deveriam afetar) o marketing digital são:

Tamanho e tipo do público: Se você fabrica as Sandálias Havaianas o seu público-alvo é o conjunto dos 205 milhões de brasileiros. Se você fabrica a “borracha” com que as Sandálias Havaianas são feitas, seu público é meia dúzia de fabricantes de solas de calçados. Focando mais, seu público-alvo é a meia dúzia de determinados diretores e gerentes de determinadas fábricas no país. (antes que alguém reclame nos comentários, a espuma de E.V.A. etileno acetato de vinila – a “borracha sintética” – tem mais algumas aplicações como tapetes de ginástica e chapas para artesanato, mas somando todas as aplicações, o número de potenciais compradores industriais de E.V.A. no Brasil é muitíssimo (e põe íssimo aí) menor que o número de compradores potenciais de sandálias...)

Tamanho do ticket e número de tickets por unidade de tempo: Cada par de Sandálias Havaianas custa muito menos que um lote de borracha industrial, mas são vendidas muitas milhares para cada lote de matéria prima... A dinâmica de marketing para se fazer muitas vendas de pequeno valor é diferente da de se fazer poucas vendas de valor alto.

Profundidade técnica da venda: Para o consumidor na loja, se a sandália for bonitinha ele já está pronto para o verão. Já o diretor industrial que vai autorizar a compra de um lote de 10 caminhões de insumos precisa se certificar tecnicamente muito mais, se não está fazendo bobagem com o dinheiro da empresa.

Decisão solitária versus decisão em grupo: Na loja, o consumidor decide sozinho pela compra, quando muito põe a sandália no pé para o cônjuge opinar. Na empresa, uma compra grande (em particular se for a primeira vez com aquele fornecedor) precisa geralmente passar pela aprovação formal e informal de várias instâncias.

Como é na sua empresa? Seu site, suas redes sociais e outros conteúdos e ações digitais, como blogs,  newsletters e anúncios usam claramente cada uma dessas diferenças para aumentar suas vendas? Se você não respondeu sim com firmeza, pode estar na hora de você consultar uma nova agência digital...


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Jaqueta da Levi's, com tecido inteligente da Google, conversa com o celular

foto: Levi's
A marca americana de vestuário Levi's® em parceria com a gigante de tecnologia Google® lançou uma versão da sua icônica "trucker jaquet" que pode ser usada para controlar o telefone celular e outros equipamentos.

 A jaqueta, chamada Levi's® Commuter™, usa em alguns lugares um tecido especial, desenvolvido pela Google® no seu projeto Jacquard™, que transforma aquele trecho do tecido, no caso particular desta jaqueta, a manga, em uma espécie de touchpad, ou tela sensível ao toque. Esse tecido tem, entremeados nos fios comuns, alguns fios sensíveis ao toque. A bateria e os circuitos eletrônicos ficam escondidos numa espécie de abotoadura da jaqueta.
foto: Levi's

Movimentos como toques e gestos feitos na manga são detectados e transmitidos sem fio a um aplicativo instalado no telefone da pessoa. Esse aplicativo pode ser programado para controlar diversas funções do celular e outros aplicativos.

Um ponto importante é que o uso dos fios sensíveis entrelaçados aos fio normais não muda a textura e a flexibilidade da jaqueta e esta pode ser lavada normalmente como qualquer jeans.

foto: Levi's


Saiba mais no site (em inglês) da Levi's :  http://www.levi.com/US/en_US/features/levi-commuter-xgoogle-jacquard/

terça-feira, 29 de agosto de 2017

O velho (e bom) e-mail


Neste tempos de redes sociais, muitos marqueteiros digitais não pensam mais no e-mail como uma ferramenta válida de comunicação de marketing com o público. Primeiro por ser uma forma de comunicação "velha", menos charmosa que redes ou aplicativos mais recentes e depois porque essa mídia foi (e continua sendo)  muito abusada por gente inescrupulosa que manda montanhas de e-mails não solicitados, o infame spam.

No entanto, apesar do crescimento de outras formas de comunicação o e-mail continua sendo muito usado - talvez seja a mídia mais abrangente da Internet - pelo hábito e por ter ser tornado a forma de comunicação "formal" da Internet, a preferida para comunicação interna das empresas, de uma empresa para outra e também do comércio eletrônico, transportando recibos, conhecimentos de transportadora, etc. Então, por mais que as pessoas usem o Whatsapp ou fiquem navegando no Facebook,  todo mundo continua tendo endereço de e-mail e vai continuar tendo no futuro previsível.

Essa universalidade do e-mail, somada ao seu baixo custo de utilização, na nossa opinião obrigam todo marqueteiro digital a pelo menos considerar incluir o e-mail no seu portfólio de comunicação. O importante é não fazer spam. Ninguém quer receber um e-mail que não pediu, sobre uma coisa que não tem interesse. Por outro lado, as pessoas gostam de receber o que pediram , se sentir atentidas.

Então, que tal oferecer a seus clientes receberem seus e-mails de marketing? Você poderá se surpreender com quanta gente se cadastrará para recebê-los, se você souber encontrar o conteúdo certo. E depois, se você for ético - mandar só para quem solicitou e permitir a pessoa parar de receber a qualquer momento -, honesto - fizer assuntos e títulos que correpondam ao conteúdo e enviar só o conteúdo prometido - e trabalhar duro - enviar conteúdo de qualidade regular e permanentemente - o velho (e bom) e-mail poderá ser mais um importante item no seu portfólio de comunicação com seu público.




segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Tchau Adobe Flash. Foi bom enquanto durou.

Durante muitos anos o Flash, da Adobe, foi a tecnologia líder no desenvolvimento de sites com movimento e efeitos visuais. Além disso, o Flash sempre foi especialmente bom pra lidar com multimídia - som e vídeo – inclusive foi a tecnologia padrão do YouTube para exibir seus vídeos, por muitos anos.

Porém, o desenvolvimento de várias novas tecnologias, como HTML5 e bibliotecas em Javascript como Jquery, vem permitindo construir sites com recursos similares aos que o Flash oferece, mas com a vantagem de serem tecnologias abertas, públicas e não propriedade de uma única empresa.

Por essas e outras razões técnicas e comerciais, o Flash vem perdendo mercado há alguns anos e agora, em julho 2017, a Adobe anunciou que vai parar a venda e suporte do Flash até 2020 [1]. Paralelamente a isso os browsers (navegadores) mais usados Internet Explorer [2], Chrome [3] e Firefox [4] anunciaram que até 2020 irão gradualmente deixando de aceitar o Flash.

De maneira geral, o "gradualmente" quer dizer que primeiro (2017/2018) vai começar a aparecer um botão "Permite executar o Flash" (ou similar), ou ainda um de botão de instalação do Flash, na hora que a pessoa for tentar usar um site feito com Flash.

Mais para frente (2018/2019) os Browsers vão parar de aceitar essa tecnologia, sem opções. Os sites com Flash não vão funcionar mais. O cronograma exato em que essas etapas vão acontecer varia conforme o Browser.  Coloquei abaixo links para os comunicados dos fabricantes (em inglês).

Se você tem um site parcial ou totalmente feito em Flash, a solução é refazer o pedaço, ou o todo do site se for o caso, com outras tecnologias. Você pode esperar um pouco para fazer isso, sabendo que o possível botão de aceitação ou de instalação na hora de começar a usar o site pode desencorajar visitantes - ao ver o pedido de aceitação ou instalação o visitante pode simplesmente desistir de usar o site, ir embora.

De qualquer jeito, é bom ter um plano porque mais cedo ou mais tarde os browsers mais usados vão parar de aceitar o seu site.




Os nomes Flash, Adobe e suas respectivas logomarcas são marcas registradas de Adobe Inc.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

As pessoas (e o Google) gostam de novidade

Hoje em dia toda empresa tem site, ter um site no mundo virtual é tão obrigatório quanto ter uma placa na fachada no mundo real. Porém, muitas empresas tratam as duas coisas do mesmo jeito. Uma vez colocada a placa na fachada ou publicado o site na Internet, pronto. Só vão se preocupar com isso de novo daqui a muitos meses... ou anos.

No entanto o trabalho em um site na Internet não termina quando ele vai ao ar. Aí é a hora que o trabalho começa. No cenário atual da Internet, as pessoas estão acostumadas àquele fluxo interminável de novidades do Instagram ou do Facebook. Se quando elas forem a seu site não houver novidades, ou se a última notícia publicada for de três meses atrás, dá a impressão que a empresa ou quebrou ou é preguiçosa, inativa.

Além disso, um dos fatores que o Google usa para responder às pesquisas é a novidade da informação. Ou seja, quando alguém pesquisa, digamos, "fios de nylon para meias" ou "empresa de segurança patrimonial zona leste sp", dos sites que falam sobre esses assuntos, aqueles que tem informações mais recentes ganham pontos no ranking do Google. Não é o único critério, mas pode fazer a diferença entre o Google mostrar primeiro o seu site, ou o do concorrente.

As más notícias: produzir e ficar publicando regularmente  conteúdo de qualidade, no site da empresa, demanda mais tempo e experiência em marketing digital do que a maioria dos executivos ou empresários tem. E contratar uma pessoa (ou uma equipe) boa, só para fazer isso, é caro.

Agora as boas: Há agências de produção de conteúdo digital (como a Vendere), capazes de produzir conteúdo que agrade simultaneamente os humanos seus clientes e os robôs do Google, e ajustar o tipo, quantidade e frequência dessa produção e publicação para os melhores resultados comerciais para você, tudo com custos bem razoáveis.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

6 realidades do marketing nas redes sociais: 6/6 - Você pode precisar de ajuda profissional

As fotos do aniversário do seu filho que você tirou com seu celular e postou no Facebook, que receberam montes de likes de seus amigos podem lhe dar a impressão que você mesmo pode cuidar sozinho das redes sociais da sua empresa. Afinal, tudo que você posta recebe likes.... É só fazer coisa parecida nas redes sociais da empresa. Essa é uma ilusão comum, similar à do cozinheiro que recebe elogios dos amigos no fim de semana com os pratos que faz na varanda gourmet, mas quando abre um restaurante vai a falência.

O problema que o cozinheiro e o marqueteiro social amadores quase sempre acabam encontrando é o mesmo: fazer as coisas profissionalmente, com a pressão de prazos, metas, resultados e lucratividade é muito diferente de fazê-las recreativamente, socialmente.

Devido a essas diferenças, acreditamos que, por melhor que sejam suas experiências com suas redes sociais, vale a pena você considerar seriamente contratar uma agência para cuidar das da sua empresa. Os profissionais da agência tem mais técnica, experiência, tempo e disciplina para fazer as redes sociais apoiarem o seu negócio. E de quebra, vai sobrar para você mais tempo e atenção para cuidar dos muitos outros problemas e dificuldades da sua empresa.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

6 realidades do marketing nas redes sociais: 5/6 - Muitos seguidores nas redes sociais? Parabéns... mais ainda há muito a fazer

Por maior que seja seu número de seguidores, likes e compartilhamentos nas redes sociais, nunca se esqueça de caprichar muito no seu site e sempre que possível remeter, através de links, os seguidores ou visitantes de suas redes sociais para o seu site. Nas redes sociais você tem pouco, ou nenhum, controle das postagens e anúncios paralelos e simultâneos aos seus que a pessoa vai ver, bem como não tem controle sobre o ritmo e o fluxo da conversa. Conquistar um cliente nas redes sociais é como tentar conquistar uma pessoa na balada, com a música alta, um monte de conversas paralelas e várias outras pessoas também tentando conquistá-la... Fica mais fácil se você conseguir levar a pessoa para um lugar mais tranquilo.

O seu site é este lugar mais tranquilo. Só nele não há essas interrupções e paralelismos e você pode controlar e registrar melhor a interação com o possível cliente.

Veja o próximo post desta série 6 realidades do marketing nas redes sociais: 6/6 - Você pode precisar de ajuda profissional

6 realidades do marketing nas redes sociais: 4/6 - É, vai dar ainda mais trabalho. E custar mais dinheiro..

Há executivos e empresários que reclamam dos baixos resultados que obtiveram com redes sociais, que não geram vendas. Olhando as páginas sociais de algumas dessas empresas descobre-se que têm, digamos, 150 seguidores.

Assim não vai funcionar mesmo. O marketing social (como qualquer marketing) é um jogo de números, de volume. É preciso ter uma massa grande de seguidores para aumentar a chance estatística de, ao longo do tempo, algum deles querer comprar. Vai ser preciso pagar anúncios na própria rede social para começar um público e com muito trabalho, regularidade, consistência e qualidade de publicações, fazer este público crescer.

Negócios, mesmo, podem levar vários meses para começar a aparecer, dependendo é claro, também do produto e do preço. Afinal, a comunicação de marketing pode levar o cavalo até a beira d’água. Já obrigá-lo a beber são outros quinhentos...

Veja o próximo post desta série 6 realidades do marketing nas redes sociais: 5/6 - Muitos seguidores nas redes sociais? Parabéns... mais ainda há muito a fazer

segunda-feira, 31 de julho de 2017

6 realidades do marketing nas redes sociais: 3/6 - Vai custar dinheiro.

Além de quantidade – frequência, regularidade – para se destacar no meio de tantas outras publicações nas redes sociais, você vai precisar também de qualidade.

Você acha que aquela foto linda da celebridade que você segue no Instagram foi tirada por ela mesmo, com o iPhone aproveitando o reflexo no espelho do banheiro? Sinto decepcioná-lo caro leitor, mas a foto foi tirada por um fotógrafo profissional, com uma máquina profissional e posteriormente retocada por um cara muito bom em Photoshop.

Claro que episodicamente se pode – e em alguns casos se deve – postar uma foto ou vídeo “natural”, levemente desfocado, tremido, ou mal iluminado para mostrar informalidade ou intimidade, ou uma foto ou vídeo “espontâneo”, de momento, para registrar documentalmente um evento. Mas na maioria das vezes a qualidade de uma imagem de produto em rede social não deve ser menor do que a qualidade de uma foto de catálogo: locação, modelo, iluminação, fotógrafo, produção.

Veja o próximo post desta série 6 realidades do marketing nas redes sociais: É, vai dar ainda mais trabalho. E custar mais dinheiro..

6 realidades do marketing nas redes sociais: 2/6 - Vai dar trabalho.

Hoje em dia, do bebê com iPad na cadeirinha, à vovó assistindo a novela no sofá com o celular na mão, bem como da pizzaria do seu bairro ao maior banco do Brasil, pessoas e empresas publicam constantemente em redes sociais. Isso faz com que qualquer mensagem seja efêmera, porque vai ser rapidamente soterrada pelo imenso fluxo de outras publicações.

Para tentar atravessar essa avalanche e ser notado, você precisa postar com muita frequência e regularidade. É preciso fazer um plano de publicações, e executá-lo com método e disciplina, é trabalho não é vida social. Você não pode só postar quando calhar de haver alguma novidade bacana ou engraçada, como faz nas suas redes pessoais. Um amigo pode passar um mês sem ouvir falar de você, sua loja não pode passar um mês sem vender.

Você precisa seguir seu calendário de postagem, chova ou faça Sol.

Veja o próximo post desta série 6 realidades do marketing nas redes sociais: 3/6 - Vai custar dinheiro

domingo, 30 de julho de 2017

6 realidades do marketing nas redes sociais: 1/6 - A vida é dura. Mas para alguns é mais dura.


Alguns ramos de negócios são naturalmente mais propícios a serem divulgados em redes sociais fortemente visuais como Facebook e Instagram. Por exemplo, empresas que trabalham com comida, moda ou decoração, naturalmente produzem uma longa série de oportunidades para fotos – pratos de comida, peças de roupa, ambientes decorados – para serem postadas nas redes sociais, o que facilita atender a voracidade permanente de conteúdo dos seguidores dessas redes.

Já outros ramos de negócios às vezes tem que suar sangue para achar meia dúzia de fotos ou vídeos interessantes (relacionadas aos seus produtos e serviços, é claro) para postar. Imagine-se no marketing de um banco tentando inventar diariamente fotos charmosinhas que naturalmente ganhem likes no Facebook e que também convençam alguém a abrir uma caderneta de poupança.

No entanto, apenas a facilidade de se ter uma longa disponibilidade de bolos da sua doceria, ou camisetas da sua confecção para fotografar e postar em mídias sociais não é o suficiente para garantir o sucesso de sua marca nessas mídias e muito menos, que esse sucesso social resulte em vendas na loja ou no site. Se você está pensando em começar ou aumentar a participação das redes sociais no seu marketing, nossa experiência sugere você refletir (e planejar) sobre as duras realidades desse marketing, que apresentamos neste e nos próximos posts.

Veja o próximo post desta série 6 realidades do marketing nas redes sociais: 2/6 - Vai dar trabalho.