terça-feira, 29 de agosto de 2017

O velho (e bom) e-mail


Neste tempos de redes sociais, muitos marqueteiros digitais não pensam mais no e-mail como uma ferramenta válida de comunicação de marketing com o público. Primeiro por ser uma forma de comunicação "velha", menos charmosa que redes ou aplicativos mais recentes e depois porque essa mídia foi (e continua sendo)  muito abusada por gente inescrupulosa que manda montanhas de e-mails não solicitados, o infame spam.

No entanto, apesar do crescimento de outras formas de comunicação o e-mail continua sendo muito usado - talvez seja a mídia mais abrangente da Internet - pelo hábito e por ter ser tornado a forma de comunicação "formal" da Internet, a preferida para comunicação interna das empresas, de uma empresa para outra e também do comércio eletrônico, transportando recibos, conhecimentos de transportadora, etc. Então, por mais que as pessoas usem o Whatsapp ou fiquem navegando no Facebook,  todo mundo continua tendo endereço de e-mail e vai continuar tendo no futuro previsível.

Essa universalidade do e-mail, somada ao seu baixo custo de utilização, na nossa opinião obrigam todo marqueteiro digital a pelo menos considerar incluir o e-mail no seu portfólio de comunicação. O importante é não fazer spam. Ninguém quer receber um e-mail que não pediu, sobre uma coisa que não tem interesse. Por outro lado, as pessoas gostam de receber o que pediram , se sentir atentidas.

Então, que tal oferecer a seus clientes receberem seus e-mails de marketing? Você poderá se surpreender com quanta gente se cadastrará para recebê-los, se você souber encontrar o conteúdo certo. E depois, se você for ético - mandar só para quem solicitou e permitir a pessoa parar de receber a qualquer momento -, honesto - fizer assuntos e títulos que correpondam ao conteúdo e enviar só o conteúdo prometido - e trabalhar duro - enviar conteúdo de qualidade regular e permanentemente - o velho (e bom) e-mail poderá ser mais um importante item no seu portfólio de comunicação com seu público.




segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Tchau Adobe Flash. Foi bom enquanto durou.

Durante muitos anos o Flash, da Adobe, foi a tecnologia líder no desenvolvimento de sites com movimento e efeitos visuais. Além disso, o Flash sempre foi especialmente bom pra lidar com multimídia - som e vídeo – inclusive foi a tecnologia padrão do YouTube para exibir seus vídeos, por muitos anos.

Porém, o desenvolvimento de várias novas tecnologias, como HTML5 e bibliotecas em Javascript como Jquery, vem permitindo construir sites com recursos similares aos que o Flash oferece, mas com a vantagem de serem tecnologias abertas, públicas e não propriedade de uma única empresa.

Por essas e outras razões técnicas e comerciais, o Flash vem perdendo mercado há alguns anos e agora, em julho 2017, a Adobe anunciou que vai parar a venda e suporte do Flash até 2020 [1]. Paralelamente a isso os browsers (navegadores) mais usados Internet Explorer [2], Chrome [3] e Firefox [4] anunciaram que até 2020 irão gradualmente deixando de aceitar o Flash.

De maneira geral, o "gradualmente" quer dizer que primeiro (2017/2018) vai começar a aparecer um botão "Permite executar o Flash" (ou similar), ou ainda um de botão de instalação do Flash, na hora que a pessoa for tentar usar um site feito com Flash. Clicado no botão, aceito / instalado, os sites funcionarão.

Mais para frente (2019/2020) os Browsers vão parar de aceitar essa tecnologia, sem opções. Os sites com Flash não vão funcionar mais. O cronograma exato em que essas etapas vão acontecer varia conforme o Browser.  Coloquei abaixo links para os comunicados dos fabricantes (em inglês).

Se você tem um site parcial ou totalmente feito em Flash, a solução é refazer o pedaço, ou o todo do site se for o caso, com outras tecnologias. A seu critério, você pode esperar um pouco para fazer isso, sabendo que o possível botão de aceitação ou de instalação na hora de começar a usar o site pode desencorajar visitantes - ao ver o pedido de aceitação ou instalação o visitante pode simplesmente desisitir de usar o site, ir embora.

Se você preferir, já pode começar o processo de mudança de tecnologia do seu site. De qualquer jeito, é bom ter um plano porque mais cedo ou mais tarde os browsers mais usados vão parar de aceitar o seu site.




Os nomes Flash, Adobe e suas respectivas logomarcas são marcas registradas de Adobe Inc.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

As pessoas (e o Google) gostam de novidade

Hoje em dia toda empresa tem site, ter um site no mundo virtual é tão obrigatório quanto ter uma placa na fachada no mundo real. Porém, muitas empresas tratam as duas coisas do mesmo jeito. Uma vez colocada a placa na fachada ou publicado o site na Internet, pronto. Só vão se preocupar com isso de novo daqui a muitos meses... ou anos.

No entanto o trabalho em um site na Internet não termina quando ele vai ao ar. Aí é a hora que o trabalho começa. No cenário atual da Internet, as pessoas estão acostumadas àquele fluxo interminável de novidades do Instagram ou do Facebook. Se quando elas forem a seu site não houver novidades, ou se a última notícia publicada for de três meses atrás, dá a impressão que a empresa ou quebrou ou é preguiçosa, inativa.

Além disso, um dos fatores que o Google usa para responder às pesquisas é a novidade da informação. Ou seja, quando alguém pesquisa, digamos, "fios de nylon para meias" ou "empresa de segurança patrimonial zona leste sp", dos sites que falam sobre esses assuntos, aqueles que tem informações mais recentes ganham pontos no ranking do Google. Não é o único critério, mas pode fazer a diferença entre o Google mostrar primeiro o seu site, ou o do concorrente.

As más notícias: produzir e ficar publicando regularmente  conteúdo de qualidade, no site da empresa, demanda mais tempo e experiência em marketing digital do que a maioria dos executivos ou empresários tem. E contratar uma pessoa (ou uma equipe) boa, só para fazer isso, é caro.

Agora as boas: Há agências de produção de conteúdo digital (como a Vendere), capazes de produzir conteúdo que agrade simultaneamente os humanos seus clientes e os robôs do Google, e ajustar o tipo, quantidade e frequência dessa produção e publicação para os melhores resultados comerciais para você, tudo com custos bem razoáveis.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

6 realidades do marketing nas redes sociais: 6/6 - Você pode precisar de ajuda profissional

As fotos do aniversário do seu filho que você tirou com seu celular e postou no Facebook, que receberam montes de likes de seus amigos podem lhe dar a impressão que você mesmo pode cuidar sozinho das redes sociais da sua empresa. Afinal, tudo que você posta recebe likes.... É só fazer coisa parecida nas redes sociais da empresa. Essa é uma ilusão comum, similar à do cozinheiro que recebe elogios dos amigos no fim de semana com os pratos que faz na varanda gourmet, mas quando abre um restaurante vai a falência.

O problema que o cozinheiro e o marqueteiro social amadores quase sempre acabam encontrando é o mesmo: fazer as coisas profissionalmente, com a pressão de prazos, metas, resultados e lucratividade é muito diferente de fazê-las recreativamente, socialmente.

Devido a essas diferenças, acreditamos que, por melhor que sejam suas experiências com suas redes sociais, vale a pena você considerar seriamente contratar uma agência para cuidar das da sua empresa. Os profissionais da agência tem mais técnica, experiência, tempo e disciplina para fazer as redes sociais apoiarem o seu negócio. E de quebra, vai sobrar para você mais tempo e atenção para cuidar dos muitos outros problemas e dificuldades da sua empresa.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

6 realidades do marketing nas redes sociais: 5/6 - Muitos seguidores nas redes sociais? Parabéns... mais ainda há muito a fazer

Por maior que seja seu número de seguidores, likes e compartilhamentos nas redes sociais, nunca se esqueça de caprichar muito no seu site e sempre que possível remeter, através de links, os seguidores ou visitantes de suas redes sociais para o seu site. Nas redes sociais você tem pouco, ou nenhum, controle das postagens e anúncios paralelos e simultâneos aos seus que a pessoa vai ver, bem como não tem controle sobre o ritmo e o fluxo da conversa. Conquistar um cliente nas redes sociais é como tentar conquistar uma pessoa na balada, com a música alta, um monte de conversas paralelas e várias outras pessoas também tentando conquistá-la... Fica mais fácil se você conseguir levar a pessoa para um lugar mais tranquilo.

O seu site é este lugar mais tranquilo. Só nele não há essas interrupções e paralelismos e você pode controlar e registrar melhor a interação com o possível cliente.

Veja o próximo post desta série 6 realidades do marketing nas redes sociais: 6/6 - Você pode precisar de ajuda profissional

6 realidades do marketing nas redes sociais: 4/6 - É, vai dar ainda mais trabalho. E custar mais dinheiro..

Há executivos e empresários que reclamam dos baixos resultados que obtiveram com redes sociais, que não geram vendas. Olhando as páginas sociais de algumas dessas empresas descobre-se que têm, digamos, 150 seguidores.

Assim não vai funcionar mesmo. O marketing social (como qualquer marketing) é um jogo de números, de volume. É preciso ter uma massa grande de seguidores para aumentar a chance estatística de, ao longo do tempo, algum deles querer comprar. Vai ser preciso pagar anúncios na própria rede social para começar um público e com muito trabalho, regularidade, consistência e qualidade de publicações, fazer este público crescer.

Negócios, mesmo, podem levar vários meses para começar a aparecer, dependendo é claro, também do produto e do preço. Afinal, a comunicação de marketing pode levar o cavalo até a beira d’água. Já obrigá-lo a beber são outros quinhentos...

Veja o próximo post desta série 6 realidades do marketing nas redes sociais: 5/6 - Muitos seguidores nas redes sociais? Parabéns... mais ainda há muito a fazer