quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Instagram: as marcas de moda mais seguidas

Logo Instagram
Muitos de nós que militamos no marketing digital sabemos a dureza que pode ser tentar aumentar nosso número de seguidores nas redes sociais.

Então só para atiçar nossa inveja (ou ânimo para continuar, no caso dos mais otimistas) seguem números divulgados pelo Instagram, no seu relatório "Year in Review", sobre as marcas de moda mais seguidas na rede social em 2017 (M significa milhões):

1. Chanel (@chanelofficial) 25M seguidores
2. Louis Vuitton (@louisvuitton) 19.2M+ seguidores
3. Gucci (@gucci) 17.8M+ seguidores
4. Victoria Beckham (@victoriabeckham) 17.2M+ seguidores
5. Dior (@dior) 17.2M+ seguidores
6. Dolce and Gabbana (@dolcegabbana) 15M+ seguidores
7. Prada (@prada) 13.5M+ seguidores
8. Michael Kors (@michaelkors) 10.6M+ seguidores
9. Calvin Klein (@calvinklein) 10.2M+ seguidores
10. Versace (@versace_official) 10.2M+ seguidores

Nem sempre as marcas com maior número de seguidores são as mais ativas. Veja a lista das que receberam mais menções e comentários:

1. Dior (@dior)
2. Hermès (@hermes)
3. Louis Vuitton (@louisvuitton)
4. Saint Laurent (@ysl)
5. Topshop (@topshop)
6. Balenciaga (@balenciaga)
7. Burberry (@burberry)
8. Balmain (@balmain)
9. Chloé (@chloe)
10. Ralph Lauren (@ralphlauren)


Já as modelos que receberam mais menções e comentários foram:

1. Kendall Jenner (@kendalljenner)
2. Gigi Hadid (@gigihadid)
3. Gisele Bündchen (@gisele)
4. Bella Hadid (@bellahadid)
5. Cara Delevingne (@caradelevingne)
6. Hailey Baldwin (@haileybaldwin)
7. Adriana Lima (@adrianalima)
8. Barbara Palvin (@realbarbarapalvin)
9. Josephine Skriver (@josephineskriver)
10. Emily Ratajkowski (@emrata)

Pra fechar, uma curiosidade. A foto das grifes / designers de moda que recebeu maior número de curtidas (1.1+ milhão) até agora em 2017 não tem muito a ver com moda. Foi uma foto publicada pela Victoria Beckham, do aniversário do seu marido David:

https://www.instagram.com/p/BTl0qavBY7b/

terça-feira, 21 de novembro de 2017

O problema tá na cara

Spectacles da Snap Inc.
Agora no começo de Novembro a empresa americana Snap Inc., anunciou um prejuízo de 40 milhões de dólares no seu produto Spectacles. A Snap também é dona da super bem sucedida   (especialmente entre os adolescentes e jovens adultos) rede social Snapchat.

Pra quem anda meio distraído com as novidades da tecnologia, os Spectacles são óculos escuros vendidos pela Snap, que trazem embutidas câmeras, que permitem a pessoa filmar do seu ponto de vista (literal e figuradamente) e daí compartilhar esses clips nas redes sociais. Para ativar a filmagem basta tocar um botão na haste dos óculos e você fica com as duas mão livres enquanto os óculos vão filmando.

No anúncio sobre o prejuízo, Evan Spiegel, o presidente da empresa não só admitiu que ficou com centenas de milhares de unidades dos óculos Spectacles encalhadas em estoque, como tem que lidar com um significativo número de devoluções.

A esse ponto da leitura você, prezado leitor, deve estar sentindo um leve deja vu . O Google Glass não foi um mico parecido? Uns óculos high tech que (entre outras coisas) filmavam, projetados por uma empresa super bem sucedida na Internet, que foram lançados debaixo de tremenda repercussão da mídia, mas que no final das contas fracassaram no mercado? Pois é....
Google Glass da Google Inc.

Quem somos nós, mortais, para questionar as escolhas de investimento dos bilionários do Silicon Valley, mas minha humilde avaliação dos dois episódios é que qualquer coisa que faça o seu usuário parecer um nerd voyer meio estranho, pode até ser comprada no começo, no auge do hype de mídia, mas mais cedo ou mais tarde vai ser abandonada. O problema tá na cara.


Post Scriptum: Atualmente a Google está tentando reposicionar o Google Glass não mais como um produto de consumo, mas um produto para uso profissional em ambientes de realidade virtual, por exemplo para apoiar operários em linhas de montagem. Ali, como ferramenta de trabalho, pode ser que a Google recupere o investimento. Ninguém acha estranho um operário com um cinto de ferramentas ou com um capacete de plástico...


Fontes:
Snap’s Misfire on Spectacles - https://www.theinformation.com/articles/snaps-misfire-on-spectacles
Why Snapchat Spectacles failed - https://techcrunch.com/2017/10/28/why-snapchat-spectacles-failed/
5 Reasons Why Google Glass was a Miserable Failure https://www.business2community.com/tech-gadgets/5-reasons-google-glass-miserable-failure-01462398#3AXbbrj77YGdssqL.97
Why Google Glass Failed: A Marketing Lesson - https://www.forbes.com/sites/siimonreynolds/2015/02/05/why-google-glass-failed/#1021455951b5

Snap, Spectacles, Google e Google Glass São marcas ou marcas registradas de seus respectivos proprietários. Fotos: divulgação das respectivas marcas.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Marketing de Conteúdo: a ajuda que seu time de vendas precisa

Marketing de Conteúdo: ajuda para vendas
Uma das diferenças mais comuns entre o marketing B2C - empresas que vendem para o consumidor - e o marketing B2B - empresas que vendem para outras empresas - é o ritmo no tempo em que as coisas acontecem. De maneira geral a venda B2C é mais rápida - o consumidor vê uma camiseta bonita na vitrine, entra, compra e vai embora - enquanto a B2B é mais lenta - normalmente passa por uma concorrência técnico-comercial entre fornecedores e precisa ser aprovada por mais de uma pessoa, o diretor industrial e o diretor financeiro, por exemplo. Uma venda pode levar meses ou até anos.

Por outro lado, até porque o processo de compra é mais trabalhoso, o comprador B2B é mais relutante em trocar de fornecedor. Uma vez feita a trabalheira da concorrência e aprovação é muito mais fácil emitir novos pedidos para o mesmo fornecedor - às vezes por anos a fio - do que selecionar um novo fornecedor. Claro que o fornecedor tem que fazer sua parte - manter a qualidade, os prazos e preços esperados - além de aprender as particularidades daquele cliente e se adaptar a elas, na medida do possível.

No entanto, nunca podemos nos esquecer que as decisões de compra são tomadas por um conjunto de pessoas. E os seres humanos, na suas decisões, são sujeitos a muitas influências psicológicas e políticas. Apertando a tecla SAP: se todo o resto for igual ou parecido o cliente vai comprar da empresa com quem ele simpatizar mais. E depois do processo de fornecimento em andamento, possíveis e inevitáveis pequenos atrasos, erros ou problemas são muito mais aceitáveis e perdoáveis se a relação pessoal entre as empresas for boa.

O marketing de conteúdo - a produção regular e permanente de textos, vídeos, gráficos, apresentações e outros materiais audiovisuais - pode ajudar sua equipe de vendas nas duas etapas: na venda e no relacionamento. Durante o longo processo de venda o material produzido pelo marketing de conteúdo pode tocar regularmente o cliente, no período que a venda leva a sair. Fica difícil para o vendedor visitar o possível futuro cliente toda semana durante 6 meses, mas é relativamente fácil enviar uma newsletter - um jornalzinho por e-mail - toda semana, para entremear com as visitas pessoais.

O mesmo raciocínio se aplica ao relacionamento de longo prazo, quando o cliente já compra regularmente. O marketing de conteúdo ajuda a manter a relação - entregando regularmente informações úteis às pessoas do cliente -, diminuindo a pressão sobre os vendedores e o pessoal de atendimento do fornecedor e pode, se bem feito, até diminuir a tentação de trocar de fornecedor, que de vez em quando bate em todo cliente....


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Computador ou Celular: Para qual otimizar o site?

Experiência gratificante em todas as telas
A ubiquidade do telefone celular, em qualquer direção que se olhe se vê pessoas ensimesmadas nas telas dos seus celulares, pode nos levar a crer que, hoje em dia, a forma preferencial de acesso à Internet seja o telefone celular.

No entanto, relatório* da maior empresa de hardware para Internet do mundo, a americana Cisco, informa que em 2016, cerca de 13% do tráfego da Internet veio de celulares, enquanto 46% veio de PCs – computadores pessoais – um tráfego 3 vezes e meia maior.

A falsa impressão que alguns tem, que o celular seria a forma preferencial de acesso à Internet, talvez venha de seu uso mais público que o PC, que costuma ter um uso mais privado, em casa ou na empresa.

O relatório da Cisco também projeta um aumento crescente da participação dos celulares no acesso à Internet ao longo dos próximos anos e que esta vá alcançar a dos computadores pessoais em 2021. 

Para o marqueteiro digital isso significa que nenhum desses dois meios de acesso à Internet pode ser desprezado, hoje e pelos próximos anos. No entanto, garantir uma experiência gratificante e coerente nos dois é um desafio, não só porque as telas do celular e do computador podem ter tamanhos muito diferentes, mas a velocidade de processamento e de comunicação também podem ser muito diferentes.


*Cisco Visual Networking Index