segunda-feira, 16 de abril de 2018

A economia melhora. Está na hora de renovar seu site.

Você gostaria que o Brasil tivesse o PIB dos EUA, a segurança pública do Japão, a justiça social da Dinamarca, a estabilidade política da Suíça e, de quebra, a comida da França? Nós também. Aí sim daria para investir com vontade, comprar novos equipamentos, contratar funcionários, renovar o site na Internet 😃, tudo com a certeza de retorno do investimento.

Porém, a essa altura do campeonato, qualquer observador atento da história do Brasil, já percebeu que o Messias que vai nos levar ao primeiro mundo nunca vai chegar. Mas, se serve de consolo, também dá para ver que as utopias igualitárias que destruiriam a economia e jogariam o país na miséria não fazem a cabeça da maioria dos brasileiros.  Na nossa opinião prezado leitor, o Brasil nunca vai ser a França, mas também nunca vai ser o Haiti. Nos parece, depois de muitos anos de convívio com a realidade brasileira, que o destino nacional é mesmo esse terceiro mundismo esperançoso: "nação em desenvolvimento".
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O que dá para fazer no Brasil é aproveitar os ciclos de crescimento para ganhar gordura até a próxima crise. E estamos entrando em um desses ciclos.
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Mas nossa mensagem nesse post está longe de ser pessimista, pelo contrário. É otimista por perceber que uma época de oportunidades está começando. O que dá para fazer no Brasil é aproveitar os ciclos de crescimento para ganhar gordura até a próxima inevitável crise. E estamos entrando em um desses ciclos. O governo, com as poucas medidas sensatas que conseguiu passar pelo congresso, estancou a sangria desatada e apontou a economia na direção da melhora: a balança comercial teve o melhor saldo do últimos 12 anos, juros básicos estão em 6,5% e caindo, a inflação está controlada (2,95% em 2017), a bolsa está acima dos 80.000 pontos, o PIB tem projeção de crescimento de 3,1% para 2018, etc..

Ah, mas o emprego não voltou aos níveis de 2012... Ah, mas ainda não foi aprovada a reforma da previdência... Ah, mas tem um monte de escândalos de corrupção em andamento... Ah, mas a  eleição pra presidente de 2018 tá muito incerta... Tudo verdade. Mas se a gente for esperar o Brasil estar na situação de uma Noruega, ou mesmo de um Chile para citar um exemplo mais próximo e realista, vamos esperar até o além túmulo. Apesar da bagunça institucional, estamos entrando em uma modesta fase de crescimento da economia. Pode ser possível crescer o seu negócio, se você investir direito, por exemplo na presença digital da sua empresa.

A economia melhora. Está na hora de renovar seu site. Chame a Vendere.


terça-feira, 3 de abril de 2018

Em quais línguas fazer seu site?

Antigamente era comum se ver sites com aquelas bandeirinhas que, se clicadas, levavam o visitante a uma versão do site em outra língua. Inglês, espanhol, alemão, até francês e italiano em alguns casos. Dava status ter o site em várias línguas, sugeria que a empresa era maior, internacional. Uma globetrotter....

Nesse passado distante a multilinguagem era mais fácil, porque os sites eram mais estáticos: você fazia o site, pagava três ou quatro traduções para outras línguas, publicava tudo na Internet e ia se preocupar com isso de novo só 2 ou 3 anos depois, quando renovasse o site.

O problema é que  que a tendência atualmente é de sites muito mais dinâmicos, com constante atualização de notícias, novidades ou ofertas. Se você não trocar ou acrescentar conteúdo de qualidade constantemente, seu site vai caindo no ranking do Google e no gosto das pessoas, sua empresa vai sumindo da Internet.

Se produzir regularmente conteúdo em português para se manter visível na Internet já é difícil, traduzir textos para 3 ou 4 línguas, acrescenta ainda mais custo. Vídeo - que é outra tendência forte na Internet -  é caro e problemático para dublar ou legendar. Fora a questão dos prazos. Um texto em português, a própria pessoa que escreveu pode rapidamente colocar no ar. Se ela depender de outros para as traduções (sejam pessoas da própria empresa ou externas), vão acontecer atrasos.

Dado esse conflito entre muito conteúdo e as dificuldades e custo de sua tradução, qual seria a melhor estratégia , hoje em dia, para decidir em quais línguas fazer um site? Seguem nossas considerações a respeito:

1) Se você não exporta, ou não faz contratos diretamente com empresas fora do país ter apenas um bom site em Português é suficiente. "Ah, mas a gente faz contratos com o escritório no Brasil de multinacionais..." Nesse caso, as pessoas do escritório brasileiro da multinacional falam português e mesmo que o responsável direto pela compra do seu produto seja um gringo trabalhando aqui, é preferível ele ler um texto de qualidade em português, do que uma tradução feita por um não nativo  ou por um não técnico do seu mercado. Um texto traduzido assim pode soar artificial ou mal feito para um nativo.

2) Se você exporta ou faz contratos diretamente com empresas fora do país, se justifica ter pelo menos uma versão do seu site em outra língua. Se você tem somente um país como mercado, por exemplo a França ou Israel e não tem planos de crescer para outras regiões, pode ser sensato ter um versão do site em francês ou hebraico. Já se você tem clientes (ou pretende ter) em dois ou mais países de línguas diferentes, o menor denominador comum quase sempre é o inglês.  Praticamente todos os operadores internacionais (de todos os países) sabem inglês e é muito mais fácil encontrar no Brasil tradutores qualificados em inglês do que em outras línguas. Com isso, fica muito mais barato e prático ter um site em inglês para atender as diversas nacionalidades dos seus clientes e potenciais do que ter um site diferente para cada uma.

3) Se você precisar mesmo ter site em outra língua, não se iluda que o Pierre que trabalha na contabilidade da sua empresa (e fala francês) ou o Wagner de vendas (que fala alemão) ou ainda o Sr. Hiroshi diretor financeiro (que fala japonês) vão ter tempo ou prioridade para ficar traduzindo notícia de site, mesmo que eles prometam de pé junto. Podem até ajudar eventualmente, mas entre atrasar a tarefa que paga o salário dele ou atrasar a tradução do site, adivinhe qual o Pierre vai escolher? É muito mais seguro montar um esquema totalmente independente de tradução.

4) Se você acha que o Google tradutor vai resolver seu problema, bem.... não vai. Apesar dos avanços da inteligência artificial, os tradutores automáticos ainda estão muito longe de traduzir com qualidade profissional textos um pouco mais longos.

Nossa mensagem final 
Os tempos de várias bandeirinhas para várias línguas foram atropelados pela necessidade moderna de atualização constante e regular do conteúdo dos sites. É claro porém, que o fiel dessa balança é sempre sua necessidade específica. Pode ser que no caso particular da sua empresa se justifique estrategicamente manter 4 ou 5 línguas diferentes no site, tudo atualizado e sincronizado. Que Deus lhe ajude...  mas nossa experiência ensinou que um bom site em português e, se necessário, no máximo mais uma língua, geralmente a língua franca do comércio internacional, o inglês, é o que trouxe o melhor custo / benefício para as empresas com as quais temos trabalhado.


quinta-feira, 8 de março de 2018

O que fazem os algorítimos do Facebook e do Instagram?

Você já deve ter percebido que Facebook e Instagram não mostram todos as suas postagens para todos os seus amigos ou seguidores. Das várias coisas que você posta, só algumas são mostradas para só algumas pessoas. Quem escolhe o que vai ser mostrado é o algorítimo - um conjunto de regras automatizadas.

Na matemática, algorítimo é um termo técnico para procedimentos e regras que possam ser automatizadas numa sequência de passos. Formalmente, todo programa de computador é um algorítimo. Porém, no contexto das redes sociais, se tornou comum usar coloquialmente algorítimo para se referir ao programa de computador da rede social que controla o que ela mostra. É nesse sentido que vamos usar a palavra neste post.

O maior objetivo dos algorítimos das redes sociais é fazer cada pessoa ver o maior número de posts que a agradem e o menor número de posts que a desagradem, ou que não tenha interesse. Ou seja, tornar o uso daquela rede social o mais prazeroso possível, para que a pessoa passe mais tempo navegando e volte mais vezes.

Esses algorítimos são tecnicamente sofisticados e levam em conta muitas variáveis para descobrir o que você gostaria de ver ou não: seus dados demográficos, o que você olhou, comentou ou compartilhou no passado, o gosto de quais amigos pode ajudar a prever o seu e muito mais. Os algorítimos das redes sociais não esquecem absolutamente nada do que você fez ao longo do tempo e podem testar você, mostrar coisas diferentes, para ir refinando o que funciona ou não.  Com tudo isso, o Facebook provavelmente sabe mais sobre sua personalidade do que seu terapeuta  😃...

Porém, para a infelicidade do prezado leitor que é marqueteiro digital, uma das coisas que os algorítimos não levam em conta são as necessidades de comunicação da sua empresa. Você gostaria muito que aquela foto do novo produto fosse mostrada para todos os seus 5.000 seguidores, só que a rede social vai  mostrar para só 50, que ela escolheu pelos critérios dela. E para tornar a vida mais difícil, conforme o número de usuários e posts de todas as redes sociais vai crescendo, a possibilidade do seu post aparecer para a pessoa que você quer vai ficando cada vez mais diluída.

Para lidar com esse problema só há dois caminhos:

  a) Tentar jogar com as regras do algorítimo - Pesquisar o que as próprias redes sociais já divulgaram a respeito e o que se foi descobrindo ao longo do tempo e tentar criar posts que agradem essas regras. Esse é um caminho difícil. Os programadores das redes sociais não são bobos, sabem que todos os marqueteiros do mundo vão tentar manipular seus algorítimos, então criam proteções. Por outro lado, se você conseguir criar posts que realmente agradem seu público, que gerem acessos, likes e compartilhamentos, eles provavelmente vão ser mostrados para mais gente, afinal o objetivo dos algorítimos é mesmo agradar as pessoas.

  b) Pagar. Fazer anúncios ou posts pagos. Com o devido orçamento você pode aumentar a visibilidade da sua mensagem na rede social, mesmo que seus posts não sejam os mais queridos do público.


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Seu site pode ser pior do que você acha

O ser humano tem uma certa dificuldade para avaliar de forma isenta as coisas com que tem muita familiaridade. Por exemplo, depois de muito tempo morando numa mesma casa, você não enxerga mais aquela mancha na parede ou aquela rachadura no canto do piso, você se acostuma  e não presta mais atenção. No entanto, uma visita que não está acostumada com a casa, ao entrar pode perceber estes problemas e até ficar incomodada com eles.

Acontece coisa parecida com o site de sua empresa. Você e as pessoas que trabalham junto com você entram nele com tanta frequência, que podem parar de ver as deficiências, tudo fica meio que natural. A gente se acostuma com a aparência e conteúdo e até aprende a contornar alguns problemas conhecidos.

No entanto, o que você pensa quando está procurando um produto ou serviço para comprar e o site do possível fornecedor é fraquinho? Qual dos dois você pensa: "Essa empresa deve ser ótima, eles só não conseguiram mostrar isso no site, vou ligar pra comprar!" ou  "Nossa, que site fraco, vou clicar no próximo"?

Então, prezado leitor, o dilema é o seguinte: 1) pensar "se o site é meia boca a empresa deve ser meia boca" é natural para qualquer pessoa e 2) a familiaridade pode ter feito você perder parte da sensibilidade para avaliar a qualidade do seu próprio site.

Ajuda a agravar o problema o fato que a tecnologia e os designs avançam muito rápido na Internet e um site que era bom quando você mandou fazer, em pouco tempo já pode estar parecendo meio datado ou caidinho em relação aos mais atuais.
Que fazer?

Nossa sugestão é, no máximo a cada ano, chamar uma boa agência digital (como a Vendere 😄) para uma avaliação conjunta (você  e sua equipe que estão acostumados com o site + os caras da agência que não estão ) para ver como o seu site se compara com o de seus concorrentes e os sites de outros segmentos, para decidir se não seria hora de mudanças. 

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Já pensou numa extensão digital para seu produto?

Toda empresa procura criar e renovar com alguma frequência seus produtos, conforme as demandas do mercado ou a necessidade de superar a concorrência.

Um caminho para a renovação de um produto pode ser a criação de uma extensão digital, de um "acessório" digital: um aplicativo de celular, página de site ou página de rede social que possa tornar o uso do seu produto melhor, mais fácil ou mais completa.

Por exemplo, se você fabrica panelas, seus produtos poderiam ter como acessórios digitais um aplicativo de cronômetro para o celular controlar o tempo de cocção de diferentes pratos na suas panelas, ou uma página do seu site ensinando receitas que ficam melhores quando feitas nas panelas que você fabrica.

Se todo o resto for igual ou parecido, qualidade, preço, etc., o consumidor pode preferir a panela com aplicativo do que a panela sem aplicativo. O mesmo raciocínio das panelas pode ser aplicado a muitos produtos e serviços de muitos segmentos de mercado: pode haver extensões digitais úteis para ele que o diferenciem de outros produtos concorrentes que não tem a extensão digital.

Uma extensão digital pode ter duas vantagens sobre uma mudança ou atualização física de um produto: pode ser mais rápida e barata de implementar e pode trazer uma imagem de modernidade e atualização à marca. Pense nisso.


quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

3ª resolução de ano novo: Profissionalizar suas redes sociais

Debaixo do nome "rede social" classificamos uma série de sites e aplicativos que tem como principal característica a comunicação em massa many to many, via Internet. Em bom português, muitos  podem produzir conteúdo - textos, fotos, áudios, vídeos - e muitos podem consumir conteúdo. Esse modelo está sendo uma revolução do modelo tradicional de comunicação em massa, few to many, onde poucos produziam conteúdo - as TV, rádios e editoras - e muitos o consumiam.

A mais popular das redes sociais, o Facebook, permitiu o acesso público para qualquer pessoa maior de 13 anos a partir de 2006. Outra, o YouTube, foi fundada em 2005 e comprada pela Google em 2006. Passados pouco mais de 10 anos destes pioneiros, mudamos de um mundo de grandes estrelas para grandes audiências, para um mundo onde cada pessoa pode ser a micro estrela de sua própria micro audiência. E até, no caso de uns poucos muito competentes, poder falar para grandes audiências sem o apoio de corporações de mídia.

O sucesso desse novo modelo de comunicação é uma faca de dois gumes para o marketing das empresas. Do lado bom, a publicação de material promocional ficou muito mais fácil e barata. Há algum tempo atrás levar um vídeo sobre produtos ao público era coisa para gigantes com Nestlé ou Procter & Gamble, que podiam pagar uma fortuna para uma agência criar um filme e depois disso ainda tinham o orçamento assustador necessário para alugar alguns segundos no intervalo da novela. Hoje, Seu Zezinho da Zezinho Freios, filma com o próprio celular uma mensagem para clientes e publica no YouTube, a custo zero.

Do lado ruim, se Seu Zezinho pode, todo mundo pode. A chance da publicação de marketing da sua empresa ser soterrada é grande. Sumir no meio de bilhões de outras . Para ela ter a mínima chance de chegar a quem lhe interessa, ela precisa de muita qualidade e precisa saber jogar com as regras de cada rede social.

Além disso, as publicações gratuitas que você faça tem que competir por espaço e atenção com as pagas. Sempre é bom lembrar que Facebook, Instagram e demais redes não são instituições de caridade. Precisam dos criadores de conteúdo gratuito para criar audiência, mas tem que dar alguma vantagem para quem publica anúncios e postagens pagas. São eles que realmente sustentam e dão lucro para as redes sociais.

O resumo dessa ópera é que fazer marketing nas redes sociais está se tornando cada vez mais um jogo para profissionais. Então nossa sugestão para uma terceira resolução de ano novo para 2018 é você profissionalizar as redes sociais de sua empresa, procurar gente especializada.



quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

2ª resolução de ano novo: Criar uma newsletter

Apesar das tentativas de várias redes sociais de substituírem o e-mail no mercado corporativo, se tornarem a principal forma de comunicação dentro da empresa e entre empresas, o e-mail ainda é, de longe, a forma de comunicação empresarial mais usada na Internet, especialmente para a comunicação formal: aquilo que precisa deixar registro, que pode ser auditado, que pode ser verificado e usado como documento se necessário. 

Embora se ouça estórias de alguns casos de "foi demitido por WhatsApp", elas são geralmente anedóticas e causam surpresa (ou até revolta), justamente porque as redes sociais não são consideradas uma forma de comunicação adequada para questões sérias ou formais.

Essa posição de importância do e-mail na comunicação interna das empresas e entre empresas, o torna uma ferramenta especialmente útil no marketing B2B, quando você quer que seu marketing chegue no gestor ou influenciador de decisões de compra empresariais. 

No entanto, apesar de vantagens como ferramenta para o marqueteiro, é preciso lembra que do ponto de vista do cliente, ninguém gosta de receber e-mails não solicitados, o infame spam. Além de ser ilegal em alguns casos, ficar mandando e-mail para quem não pediu para receber pode ser até contraproducente. Pode, em vez de ajudar sua imagem, prejudicá-la.

A solução? Criar e oferecer em seu site uma newsletter, um "jornalzinho" por e-mail, a ser enviado só para quem se inscreveu na lista de distribuição. Nossa experiência mostra que você poderá se surpreender com a quantidade de assinaturas que vai receber, se souber planejar e criar o conteúdo certo. 

Então nossa segunda sugestão de resolução de ano novo para sua empresa é criar uma newsletter por assinatura, regular e permanente em 2018.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

1ª resolução de ano novo: Criar uma estratégia de produção e publicação regular de conteúdo

Um site ou uma rede social são só um vasilhame vazio. O que vai fazê-los ajudar ou não o seu marketing é o conteúdo - textos, fotos, vídeos, gráficos - que eles contiverem.

Claro que um site tem que ser bonito e rápido quando acessado por computadores e celulares e de preferência não travar nem ficar lento, pra qualquer coisa que o internauta faça... mas isso são condições necessárias, obrigações de qualquer site decente.

Então, num oceano de sites e redes sociais concorrentes, também bonitos e que também funcionam, o que vai fazer o seu ajudar ou não seu marketing é o conteúdo - textos, fotos, vídeos e gráficos - que contiver.

No entanto a criação de conteúdo eficaz para Internet não é trivial, porque precisa atender a duas demandas diferentes e às vezes até conflitantes: o conteúdo precisa agradar os robots do Google, que vão determinar se o seu site vai ser uma das respostas (ou, com sorte, a primeira resposta) a uma pesquisa que um possível cliente faça na Internet e esse mesmo conteúdo precisa agradar as pessoas que chegam no site.

E pra tornar a vida do marqueteiro digital mais difícil, não basta ter o trabalhão de publicar uma vez conteúdo legal no seu site e redes sociais. Tanto os algoritmos do Google quanto as pessoas dão preferência à informação mais recente, que não esteja com cara de data vencida. Então é preciso renovar com frequência o conteúdo, de preferência com conteúdo de qualidade igual ou melhor que o anterior.

É caro leitor, não dá pra deixar ao acaso ou à boa vontade de publicar o que der na telha quando der na telha. Você vai precisar de um plano: que textos, fotos, vídeos, gráficos e outros materiais publicar, de acordo com qual cronograma e quem na organização vai ser responsável por isso. Um plano anual, com revisões para ajuste da rota mensais ou trimestrais.

Então nossa primeira sugestão de resolução de ano novo para sua empresa é criar uma estratégia, no papel (no PDF...), de produção e publicação regular de conteúdo para seu site e redes sociais em 2018. E caso você já tenha uma, essa é uma boa hora de avaliar se está funcionando, se o tempo (e o dinheiro) que você gasta com Internet está retornando o que você esperava, em leads, vendas, fidelização e outros KPIs que você julgar pertinente.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

3 resoluções de ano novo (para seu marketing digital)

Chegou de novo aquela época de refletir sobre o que podemos melhorar no ano que se inicia ... e de fazer resoluções para se atingir estes objetivos.

Gostaríamos de poder ajudar muito no seu soul-searching e no desenho de suas metas para 2018, mas dada a limitada competência deste que vos escreve, de todos os desejos comuns para um ano melhor, vamos focar este post só na prosperidade. Em particular, naquela gerada pelo marketing digital bem feito, esse sim, nossa área de expertise.

Permita-nos então, oferecer 3 sugestões de resoluções para sua empresa em 2018:

- Criar uma estratégia de produção e publicação regular de conteúdo

- Criar uma newsletter

- Profissionalizar suas redes sociais

- E para manter a longa tradição dos 3 mosqueteiros serem 4* aqui vai mais uma: terceirizar os 3 itens anteriores com uma boa agência digital.

Ao longo dos próximos posts, quando esperamos que você já tenha digerido melhor o pernil e a champanhe, vamos falar um pouco mais sobre cada uma das nossas sugestões de resoluções.

Feliz Ano Novo!


* Pra quem não lembra (ou não leu), o clássico romance Os 3 Mosqueteiros, do francês Alexandre Dumas, tinha como protagonistas 4 mosqueteiros: Athos, Porthos, Aramis e d'Artgnan. Embora, pra sermos honestos com o autor, no começo da história só os 3 primeiros já são mosqueteiros e o ponto de partida da narrativa é justamente a tentativa de d'Artgnan ingressar na corporação. Guardadas as devidíssimas proporções entre este modesto blogueiro e o gênio francês, este post também partiu de um título de 3 resoluções para terminar apresentando 4....